Monthly Archives: February 2013

10/02/13 – em vigília pós-espinoza

Nossa mãezinha maria de albuquerque!

Me dai-me a mão (ou daime) neste momento.
De preferência o daime.
Mas pode ser misturado com suquinho, pra ficar um pouquinho mais light.
Ando cortando calorias intra-cognitivas, sabe como é.

 

Pataquada, ceilão, punheteiro

Olá, ca estou, como diriam os portugueses.

Perdoem-me a vulgaridade que infestou o tripé de palavras semi-inaugurais, mas a regra é clara. Vieram, ficaram, serão aceitas como são, especiais e amadas do jeitinho que elas vieram ao mundo intangível desta coleção de afetos verbais originados pela potência de agir de uma instância minha que ficou no passado inúmeras vezes durante esta mesma frase.

(hum….. brownie… é o que meu “sempre-no-passado” *   corpo responde à mente que teceu o pensamento anterior.)

*(Sugestão de consumo: o trecho “sempre-no-passado” deve ser lido com nasalismos espevitados e ironia.)

 

(“you diavolo you”, responde a mente em tom de coceira na barbicha para o corpo bon vivant)

 

(Dão-se as mãos e inflitram-se juntos no futuro. Sem daime. Por enquanto.)