Monthly Archives: January 2012

06/01/12

Cabíria, calamares, bundamole.

(Confissione: noidia, alora, o que succede é que he realizzado una inteverncione nel anotatto anteriore, acrescentando una observacione inusittattta, perque solo il que havia eram dues frazzes, nada mas. Pero la observacione foi vera, perque io me lembro dela falta de alma e estado de larva delotro dia, dia uno del ano.)

Camistea:
Passeata de pessoas com placas de nomes científicos. ( gorilla gorilla gorilla, maximus tigrus..)
Legenda: por um nome científico melhor!

—-
Eu já me perdi na escandinávia suíça congolesa da piração.
( camiseta?)

——

Croquetes escroques
(imagens de croquetes com lenços e cartolas)

——

08-01-12 – casa do didi

Nobleza, jumento, pallet

Nano Robôs
No futuro, não teremos mais flora intestinal, teremos um mega estacionamento nas tripas.
Se tudo correr bem, com valet.
Posquelhão, Pirambeira, Jurubatuba.

Começa aqui uma nova articulação da noite e dos dedos na noite que digitam.

São teclas, como você arguto leitor já esplendidamente deve ter deduzido. Além disso, posso aderir que são teclas virtuais, numa tela brilhante que as simula tão bem quanto o Marechal Teodoro encantava as mulheres.

Tenho algumas dúvidas, entretanto, neste ínterim. Por exemplo: existirá em algum pai dos burros o sentido usado anteriormente no verbete “aderir”? Se não, não acham que seria hora de adicionarem, (quase) literalmente?

Das outras perguntas prefiro poupá-los.

O coffee break do cofre era todo dia às 19 voltas.

O muleque mamulengo meleca.
Sorte a dele, segue à risca os conselhos medicinais da vó Zeza que tinha entre suas mandingas favoritas passar arnica quente e melecar pra fora os ranhos carregados de mau olhado.

 

10-01-12 – de noite

Macheteiro, maluco, Munhoz

A gente se encontra na toca da matilha.
(Título) (Convite indecente) (Preparação para um duelo) (Narração de Jesseu Anatus sobre sua suposta epifania naquela caverna malcheirosa repleta de cães) (Todas as anteriores)

Acertou quem disse “Ahn”. Mesmo que tenha sido somente para consigo. E com qualquer entonação proposta.

Estamos bonzinhos hoje, não acostuma não.
(Não é verdade Precious? É, é verdade. Eles não é do mal, Precious. Nós ajuda eles a ser vitoriosos.)
O bode espiatório espiava até a limpeza de cascos da sua tatara-cabra-vó. Nunca houve nos anais da natureza um maior representante da espiança.

Já o bote ex-piatório não deu mais um pio desde que levou a aldeia toda pelo mal caminho. Nunca houve nos anais dos objetos mais abjeto crime e mais penitentes votos.
Murciélago ou morciélago? Qual delas nos brinda com uma cantante encantadora existência?

 

22/01/12 – Porão

 

“É nestas horas que você sente falta da riqueza de detalhes.

Bárbaro, aleitão, rifomicina.

Sejam todos muito bem-vindos esta noite.”

- Introdução Henrique Disto

Flanger – Funeral March

(boletim da piração//16:47 – eu estava sabotando o título desta nota mas acabei formalizando-o dentro de todos os conformes em repeito a você, meu caro leitor eventual com interesse em coisas banais como a localização espaço-temporal.)

Fat marley – Ruo (17:60, quer dizer, 17:31,, dedos sujos de gesso da parede sublimemente esparramados sobre meus dedos explodindo diretamente da cova no teto que a furareira cavuca)

(agora, teclado do notebook também coberto de gesso.)

(e agora, 17:36, no meu estômago, após comer uma passa-tempo cheia de gesso)

Pronto, agora tudo volta à normalidade. Lustre instalado, música de volta, mandril na mão, sucesso.

O Ministério da Classificação Geológica adverte:Quando, algumas frases atrás, a palavra “gesso” foi citada, não necessariamente ela significava gesso, na vida real. Foi simplesmente escolhida por motivos de semelhança física e um sério risco de levar a frase a ser precisa demais.)

(espere um pouco – eu disse “mandril na mão”? Isso quer dizer que ainda preciso guardar mais uma coisa. Já volto.)

“Por que é tão fácil reconhecer um ovo podre? Porque quando ele tá podre você não tem a menor dúvida.” – Sabedoria Popular

(poucos milisegundos antes de ‘podre’ eu tinha escrito ‘poder’, e enquanto eu digitava a frase paralelamente eu pensava na complexidade de pensar numa sabedoria popular com um ‘ovo poder’)

- 18:08 – de volta ao omelete com tomate e queijo que eu vou comer acompanhado de picanhinha suína feita na churrasqueira.
– “Antes de respknder à sua pergunta, eu tenho três perguntas para o senhor: de onde veio, qual o nome dk seu pai e quem se você tem autorização oficial para contato físico.”– “Mas eu só perguntei que horas são!”
18:13 – agora de volta mesmo.

Alpino é vida.*

* ( tudo aquilo em volta, que veio antes e depois dele, também. Consumidor, não se engane! )

Rumbora de volta aos rabalhos – 18;45

Foi a Rabanácula da Euritéia que comeu sua mãe e deu você, seu plebeu das montanhas.

- Ideia para uma obra para expor na “nuvem” da internet: Criar um portal de relacionamentos com salas de chat, murais, etc., vídeos com histórias de successo, mas só com personagens fictícios, criando perfis e conversas, construindo complexas tramas de relacionamentos.